Comunicando mudanças climáticas: Princípios e táticas
Pense de Novo
da WWF-Brasil 2 de junho, 2008
Novo vídeo da trilogia Pense de Novo alerta para as conseqüências do desmatamento
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- Pense de Novo - Desmatamento [mov, 8.18 MB]
Faça sua parte
O aquecimento global não é um fenômeno natural, mas um problema criado pelos homens. Qualquer pequena tora de madeira, cada gota de óleo e gás que os seres humanos queimam são jogados na atmosfera e contribuem para as mudanças climáticas.
É assim que acontece cerca de 75% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil, levando o país a ser o 4o. maior emissor do planeta. Preocupado com o tema, o WWF-Brasil preparou a trilogia Pense de Novo, uma série de três animações que busca chamar a atenção das pessoas para as mudanças climáticas, seus principais efeitos, causas e soluções.
O segundo vídeo da série aborda o maior problema brasileiro para as mudanças climáticas: o desmatamento. Ao serem cortadas e queimadas, as árvores liberam para a atmosfera o dióxido de carbono que havia nelas.
Para entender como isso funciona, veja o vídeo:
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- Vídeo Mundo [mov, 20.07 MB]
Veja também
O primeiro vídeo da trilogia Pense de Novo, batizado como “MUNDO”, mostra que as ações do homem estão causando o aquecimento do planeta por causa da emissão excessiva de gases de efeito estufa que formam uma espécie de cobertor de fumaça em volta do globo terrestre e impede o calor de sair da atmosfera.
DIA DO MEIO AMBIENTE | Que caminho você quer escolher para seu futuro?
Ministro do Meio Ambiente sinaliza compromisso com áreas protegidas da Amazônia
WWF-Brasil, 16 May 2008
O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em entrevista coletiva em Paris ontem (15.06.08) anunciou que pretende fortalecer o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e obter mais de 150 milhões de euros de financiamento de ONGs e da comunidade internacional, segundo o jornal Folha de São Paulo.
Ainda segundo o jornal, Minc defendeu a ampliação de áreas de preservação ambiental no Brasil e os sistemas de defesa das unidades de conservação, com guardas parques na Amazônia. Disse, ainda, que pretende reforçar o Arpa (Áreas Protegidas da Amazônia). “A expectativa é obter, a curto prazo, mais de 150 milhões de euros de financiamento de ONGs e da comunidade internacional para instalação e ampliação das unidades protegidas da Amazônia”, afirmou Carlos Minc. continue lendo » »
Amazônia: você prefere verde ou bem passada?
WWF-Brasil, 16 Apr 2008
A Amazônia ocupa 650 milhões de hectares distribuídos por nove países. 65% do seu território está no Brasil, onde vivem aproximadamente 23,5 milhões de pessoas, ou 13 % da população brasileira.
Um único hectare de floresta amazônica pode abrigar aproximadamente 300 tipos diferentes de árvores, milhões de insetos, centenas de aves e vários primatas. Mas, toda essa riqueza natural vive em constante ameaça. 17% da Amazônia brasileira, o equivalente a 70 milhões de hectares, já foi desmatada.
Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) foram derrubados aproximadamente 3.235 quilômetros quadrados, quase 324 mil hectares, apenas entre os meses de agosto e dezembro de 2007. continue lendo » »
Para Marina Silva:”política sem teologia é puro negócio”
Leonardo Boff
Teólogo
A saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente representa uma pesada perda de qualidade política do governo Lula. Por qualidade política entendo a competência do governante de manter a unidade dos contrários, contrários esses, inerentes a todo convívio social e democrático, que confere dinamismo e vida à sociedade. Marina Silva representava um pólo decisivo no governo e fundamental para uma política responsável pelo futuro da vida e da integridade do Planeta: o cuidado com o ambiente inteiro e com as condições ecológicas que garantem a vida em toda sua imensa diversidade. No outro pólo estão outros, em maior número, que perseguem um projeto, que nos remete ao século XIX, de crescimento material acelerado e a todo custo, sem considerar a mutação das consciências ocorrida no Brasil e no mundo face principalmente às perigosas transformações negativas do estado da Terra, ocasionadas, em grande parte, por aquele projeto. Missão do governante é ser um homem de síntese, capaz de articular os pólos e ter a sabedoria suficiente para decisões estratégicas, mesmo difíceis, que garantam o futuro de nossa existência neste pequeno Planeta. O atual presidente mostrou essa capacidade de síntese. Mas desta vez, parece-nos, se operou desastroso desequilíbrio. Com a ausência de Marina Silva, há o risco do pensamento único e da obsessão furiosa pelo crescimento fazendo crescer nossa dívida para com a natureza e as gerações futuras. continue lendo » »
Sai a ministra do Meio Ambiente, Marina da Silva
Claudia Andrade
Em Brasília
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entregou na manhã desta terça (13) uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo o seu desligamento do cargo.
O motivo da demissão ainda não é conhecido. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente, o pedido tem caráter irrevogável. O Palácio do Planalto não confirma ter recebido o pedido de demissão.
Marina Silva com o presidente Lula em cerimônia no Planalto no último dia 8
SAIBA MAIS SOBRE A MINISTRA
COMO VOCÊ AVALIA A MINISTRA?
MARINA DEVE VOLTAR AO SENADO
Ainda de acordo com a assessoria de imprensa da pasta, a ministra está em casa e não pretende se pronunciar antes da resposta da Presidência da República.
Apesar de a informação não ser ainda confirmada pelo Palácio do Planalto, o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), lamentou a decisão da ministra.
“A ministra Marina Silva é uma militante histórica do PT, da causa ambiental e da Amazônia. Ela imprimiu ao ministério aquelas que são as suas convicções e deu uma contribuição muito importante para o governo.”
Para o deputado federal, José Eduardo Cardozo (PT-SP), que também é secretário-geral do PT, a saída da ministra é uma perda para o governo. “Independentemente do motivo, é uma perda grande para o governo e para o país. É uma ministra excelente que conhece bem o funcionamento do ministério e do partido”, afirmou.
Quem é Marina Silva
Marina Silva de Lima, de 44 anos, começou sua carreira política militando nas CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), ligada à Igreja Católica. Em 1988 foi eleita vereadora de Rio Branco, no Acre. Dois anos depois, se elegeu deputada estadual e, em 1994, aos 38 anos, chegou ao Senado Federal como a mais jovem senadora do país.
Sua carreira concentrou-se nas áreas de direitos humanos, cidadania, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Integra a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde o primeiro dia do primeiro mandato, em 2003, sempre na pasta do Meio Ambiente.
Ex-seringueira, Marina Silva se filiou ao PT em 1985 e lançou sua candidatura para deputada federal para ajudar o líder seringueiro Chico Mendes, morto em 1988, que era candidato a deputado estadual.
Marina aprendeu a ler já adolescente, já que no Seringal Bagaço, a 70 km de Rio Branco, onde nasceu, não havia escolas. Mais tarde, em 1985, formou-se em História pela Universidade Federal do Acre.
Na universidade, entrou para o PRC (Partido Revolucionário Comunista), grupo semi clandestino que fazia oposição ao regime militar, e deixou de lado o desejo de ser freira
Depois de formada, começou a dar aulas de história e participar do movimento sindical dos professores. Junto com Chico Mendes, em 1984, fundou a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre.
Com informações da Agência Brasil e da Folha Online
Fundamentos bíblicos do cuidado ao meio ambiente
Cristãos no mundo inteiro acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus e, por isso, nosso guia de fé e ação no mundo. Entretanto, pouco nos atentamos para o fato de que a Bíblia começa e termina com a criação. Isto em si já deveria nos alertar para a importância do assunto.
Quero explorar as implicações deste início e deste fim na responsabilidade cristã diante da criação. Veremos também que, no meio do grande relato da salvação na Bíblia, estão presentes a preocupação de Deus e a responsabilidade do ser humano e da igreja em relação à sua criação. É uma narrativa comovente e desafiadora. E, se fizermos uma leitura cuidadosa, percebemos que a história tem um final otimista! Estamos caminhando em direção a novos céus e nova terra, a um mundo recriado pelo próprio Deus, mas que não dispensa o papel do ser humano, em especial dos cristãos, na redenção da criação.
Qual é o nosso papel, como seres humanos e como igreja? Como devemos exercê-lo diante dos desafios atuais? Vamos embarcar nesta?
Veja todo o estudo <AQUI> e uma apresentação PowerPoint do mesmo <AQUI>
Igrejas européias conscientizarão fiéis sobre efeitos da mudança climática
Anglicanos, reformistas, ortodoxos, católicos, islâmicos e judaicos se uniram.
União Européia quer que religiões defendam o consumo responsável.
Os representantes das principais religiões monoteístas européias se comprometeram hoje a mobilizar seus fiéis contra a mudança climática, em reunião impulsionada pelos líderes das principais instituições européias.
O encontro, o quarto deste nível realizado na União Européia, reuniu os presidentes da Comissão, do Conselho e do Parlamento europeus com altos dignatários das igrejas anglicana, reformista, ortodoxa, católica, islâmica e judaica. A reunião de hoje constitui “a primeira ocasião na qual há uma colaboração direta entre líderes espirituais e a UE” em matéria de proteção do ambiente, segundo afirmou em entrevista coletiva o presidente da CE, José Manuel Durão Barroso, que qualificou o encontro de “intenso e frutífero”.
Tanto Barroso quanto o primeiro-ministro esloveno, Janez Jansa, e Hans-Gert Pottering, presidentes do Conselho e do Parlamento europeus, respectivamente, assinalaram que as religiões podem desempenhar “um papel fundamental” para conscientizar a opinião pública sobre a necessidade de atuar contra a mudança climática.
“As igrejas poderiam conseguir fazer com que o povo mudasse seus hábitos e consumisse de forma mais responsável e mais respeitosa com o ambiente,” disse o arcebispo de Vilnius, Audrys Juozas Backis.
Fonte: G1



